Prevenção, Tratamento e Combate ao consumo de drogas (AMMS)
O Convidado da Dra. Maria José Martins Maldonado para o Interview em Saúde esta semana é o psiquiatra Marcos Estevão Moura, ele fala sobre o assunto Dependência química. Levantando questões como Prevenção, Tratamento e Combate ao consumo de drogas.
Ache aqui clínicas é um site especializado em direcionamento de clínicas de recuperação para dependentes químicos e alcoólicos.
Nossa especialidade é indicar as melhores clínicas do Brasil, facilitando o contato entre a família do dependente a uma clínica de credibilidade.
cada espectador estamos aqui novamente
apresentando nosso bloco chamado
inteligência hoje pela associação médica
de mato grosso do sul
hoje nossos entrevistados a doutora
martha estêvão moura nesta sic atleta
continua especialistas psiquiátricos que
a florencia pela associação brasileira
de psiquiatria e seu médica brasileira
messi e psiquiatria da universidade
federal do rio de janeiro e membro
convidado conselho estadual antidrogas
o trabalho é um prazer tê-lo aqui
conosco e nós temos
algumas dúvidas para
assinar com o senhor
vamos abordar muitos aspectos das drogas
que é um tema ser muito importante a
população tem muita dúvida sobre o que é
dependência química como chamamos o
doente chamou o advogado alcoólatra e
filtração primeiro projeto do meu pai
está falando do assunto até então
relevante principalmente nos dias atuais
a dependência química é uma doença um
como tal é tratado pela medicina
principalmente e por uma série de outras
áreas da psicologia ou servi
ço
social
media
a dependência química desde demorou a
ser reconhecida como doença
primeiro foi o alcoolismo mas somente na
década de 70 e entrou lance de 9 já com
alguma coisa assim como doença e depois
então as outras trocas o que a
dependência química ea dependência de
substâncias que nós chamamos de
psicoativas porque a mensagem ou
psíquicos e do sistema nervoso central
então é uma doença causada por drogas é
importante salientar que não apenas
drogas ilegais chamadas nov
as visitas
novas visitas
também como álcool como
tabaco como a cafeína
elas causam a dependência química e
também drogas usadas na medicina quando
usadas indevidamente por tempo
prolongado em grande quantidade como por
exemplo os medicamentos de tarja preta
também dão uma dependência que me diz
uma coisa essa doença tentar algo
pois é há hoje nós sabemos que existe
uma predisposição genética a ficar
dependente mais rápido quando tem um
consumo
agora o ambiente à imaturidade há a
curio
sidade as dificuldades de lidar
com
o programa do dia a dia fazem que a
pessoa entre nesse processo que a gente
vê esse papo furado e uma geral em dia
ele entra no preciso é incrível mas hoje
que estabelece uma entrada mais ou menos
por volta de 9 a 13 anos está muito
jovem e canções então eles são muito
imaturos eles querem estar no grupo de
iguais os mais experientes ou chamam pra
cá são pessoas às vezes que não tem uma
estrutura familiar tão forte mas é
importante até aqueles
que o têm entram
também que como ele identifica
porque
assim que receber as famílias e demora
identificar que o seu filho seu parente
seu marido o seu irmão ele está usando
drogas está abusando do álcool como
recentemente foi campeão um trabalho
interessante do cebrid centro brasileiro
de informações sobre drogas e mostras em
que 10 por cento dos pais acham que seus
filhos consomem álcool e esses mesmos
pais 60% acho que os filhos dos outros
consome e 20% dos pais acham quem
possamos
paisagens que seus filhos
consomem drogas ilícitas e 40%
acho que
eles que os seus outros consome
então é muito difícil separar em casa
ele sempre começam a colocar como uma
dificuldade da infância da adolescente
a ação chamada o recenseado quando ele
começa até a operação de comportamento
até perceber então que existe um
comprometimento com o adolescente ele
vai ficar diferente de um modo geral ele
vai ter prejuízo escolares
ele vai ter uma dificuldade muito grande
na relação com
parente e com amigos
então essa dificuldade de relação da
precisa ser
vista não como aborrecente
mas como algo que chama a atenção e que
deve procurar então um profissional
especializado para fazer uma avaliação
desse dependente porque numa fase
inicial nem fazer o adolescente d acha
que ele pode entrar e sair a hora que
ele quiser
ele se acha muito forte perante o mundo
em que ele tem um poder muito grande que
ele pode entrar nesse grupo de iguais
disse contrário a todas as diretr
izes
dos pais ou de pessoas que estão
tentando mostrar o contrário eu tô aí
quando
você percebe que se tornou
independente está em estágio não é que
não sabemos a verdade sobre sua ausência
em um escalonamento ele começa com o uso
chamava de experimental recreativo ele
passa para o abuso e depois para a
dependência mas são coisas muito tênues
essas fronteiras
ele começa a usar ele acha que pode
fazer mais uma experiência e aí ele
começa a usar ou seja usar todo final de
semana em gr
ande quantidade de contas e
passa para o uso de ipods e percebe que
está na hora de parar e já
não consegue
mais fazer esse é um independente a
dependência e os critérios da
organização mundial da saúde
mostrando que são pessoas que tenham
tolerância à droga ou seja eles precisam
aumentar essa quantidade cada vez mais
para sentir os mesmos efeitos
e eles têm que a gente chama de sindh e
abstinência quando a droga faltou quando
diminui o organismo então eles têm os
efeitos dessa falt
a sociedade sudorese a
operações que nós chamamos autonômica né
ô ô ô coração disse para as mãos tremem
e
ele pode chegar até a quadra mais
graves como como solista fora o
comportamento agitação ou hostilidade
agressividade franca com pais etc
e há muitas novas leva até assuntos se
conta a mesma coisa está em tratamento
tem cura tem tratamento prevê nós temos
que deixar de banalizar as drogas né
o tratamento existe mais as drogas elas
não são coisas simples desde o alto que
as pess
oas começam cedo do trabalho como
também aquelas drogas ilícitas que matam
muito rapidamente neurônios e
quase
entrevista cabelo 17 a maconha por
exemplo a creche há uma liberação vai
ter muito triste para todos nós mas já
vimos que todo esse processo as drogas
elas vêm ganhando espaço até chegar
provavelmente uma liberação
nós estamos vendo que nessa trajetória
de grande espaço
nós estamos aumentando o número de
dependentes mas o tratamento ele fiz um
tratamento médic
o com médicos
especializados na área psicológica como
psicólogos com experiência nisso
os chamados grupos de apoio ea amor
exigente
diz ajuda ao momento e eu digo
sempre o pilar religioso também ajuda
demais ea questão do tratamento médico
sem fala a respeito de medicações
medicações psicoativas que existe uma
certa resistência é concordar comigo
quando as pessoas falam mas há
medicamento controlado
então sim e soja um pouco disso a gente
percebe uma certa resistência então quem
fala
sse um pouco sobre isso
de talentos que se usa às vezes até se o
zoom taxa preta por um tempo menor para
diminuir aquela ansiedade da falta
da
substância da droga mas a internet vai
ser retirado com quem outros
medicamentos se usa questões quando
existe a chance de comorbidades doenças
que estão ao lado da dependência química
que nós menos 70% dos dependentes de
outras doenças como ansiedade e
depressão transtorno bipolar transtorno
de atenção pessoal de fobia social e
esses medi
camentos provavelmente vão
permanecer por muitos anos até pela
própria vida toda mas eles não são
medicamentos que vão da perda de
neurônios não da
diminuição da
capacidade intelectual não vamos à
diminuição da capacidade produtiva são
bons e pessoas que vão ter uma vida
normal
tomamos medidas que tomam medicamentos
adequados tanto a pergunta é um
tratamento que ele está disponível na
rede pública por sua vez que as pessoas
de classe c d e e têm dificuldade onde
eu procuro co
mo eu procuro a quem eu
busco como importa é a resistência
olha esse é um gato problema pelotão
principalmente do conselho estadual
antidrogas
nós não temos um suporte
público como
deveríamos ter
hoje nós temos oito leitos disponíveis
no hospital rosa pedrossian para uma
desintoxicação de 15 dias quentes
suficiente ea partir daí pra onde ele
vai
nós não temos uma justiça terapêutica
que lançaremos um programa inteiro para
falar sobre isso para um programa
excelente que deveria ter co
locado pra
sair e nós não temos também as
comunidades terapêuticas como o suporte
do do município do estado e da união
como deveria
johnson comunidade terapêutica
execelente onde
eles podem poderia ser
em dois carros levaram para lá e gol no
box do município do estado e da e da
união para que pudesse ter médicos para
que pudesse ter psicólogos pudesse
acompanhar esses doença
e nesse nesse local sem essas fazendas
que nós vemos essa chatice com um pouco
distante da cidade são essas f
erramentas
é com sua internação mestre
além disso as penas são kapisa de aqui
ainda no ambulatório é muito bom mas é
um capuz apenas tempo de campo grande
como nós temos uma previsão de um
para
cada 200 mil habitantes
temos de 4 mil casos também é difícil
você encontrar por exemplo a figura do
psiquiatra lá dentro isso deixa que ele
realmente não compra com o objetivo a
que se propõe
as comunidades terapêuticas elas são
muito boas mesmo sendo científicas não
cientistas das chamada
s comunidades
religiosas um excelente recuperam igual
nós precisamos precisamos dar crédito a
ela investiria elas às vezes temos um
pouco de resistência que não têm a
figura do médico mas é muito melhor
um
tratamento numa comunidade terapêutica
mesmo sem a figura de médicas porque ele
está se acabando na rua perdendo dia a
dia seus neurônios e província de sensor
sua capacidade de decidir com números
pela própria vida exceto as comunidades
terapêuticas são importantes mas fora
isso
nós deveríamos ter o que falei da
justiça especial de internações
compulsórias internações compulsórias
para as estratégias está chamando juiz e
as internações involuntárias quando é
visto pela família o médico então
acolhe
os pacientes vê necessidade de
internação
isso pode salvar muita gente e muitos
são contra esse tipo de procedimento
infelizmente você for um direito humano
que eu acho errôneo você dá o direito de
escolher entre a vida ea morte é e aí
vem a outra pergunta até onde
a família
pode respeitar a vontade do indivíduo
pois é muito complicado a gente dizia
que assim é que com o tempo o doente
o dependente que ele não quer ajuda a
família tenta ajudar e não consegue
colocar família até que ponto
a respeito
de como ela tem que ser mais
intervencionista
além disso ela tem que conversar com o
profissional tem que salvar o seu ente
querido a partir do momento que ela vê
que ele já está com atitudes muito
difíceis em relação à vida social muitas
vezes até
com atos de delinqüência
ela tem então que
uma intervenção para uma internação
involuntária mas a pergunta é quem
aceita o paciente e voluntários
infelizmente hoje aqui ninguém mas
precisamos de instituições que aceitem o
paciente a
involuntária instituições
públicas nem privadas nós temos
percebido pelo paciente contato e é isso
a família de deise porque não tem essa
situação que ele tem direito a quatro
homens que o médico havia que diz que é
um caso de internação involuntár
ia
isso aí vai ser assinado pela direcção
crime por mais alguns colegas do
hospital e vai do ministério público em
até 72 horas
está garantida a permanência desses
pacientes da instituição
a família não tem nada a aprender sobre
isso pelo contrário
provavelmente o
paciente no futuro para agradecer a
atitude dela que na sua opinião quais
são os atletas mais dificuldades na
recuperação de dependentes químicos
eu acho que a nossa política sobre
drogas estão gravando
acho que o poder
público nós precisamos
investir na prevenção
primeiro a prevenção terminei de lançar
um serviço essencial talvez pudesse
servir como modelo para atividades para
escolas mas não existe interesse não
existe interesse do município existe
interesse do estado em
desinteresse da
união
nós teremos que preparar o corpo docente
das escolas de de ensino fundamental
o professor tem que saber o que é droga
porque eu queria ouvir na mídia é que
não é só droga pode ser tratamento
porque não
proibi la precisamos proibir
então nós precisamos de prevenção à
massa maior que compadre não termos de
prevenção e o outro ponto que é a
repressão agora parece que nós vamos
trabalhar um pouco mais dando um pouco
mais de trabalho às nossas forças
nacionais à polícia federal
e ao acusar
lados nós estamos discussão cobriu a
fronteira seca enorme
estamos do lado paraguaio que nos dá uma
grande quantidade de maconha e do outro
lado a bolívia que nos dá a cocaína e
aqui é um corredor que
consome
não é um corredor que passa é que a
gente possa já citamos
no entanto não vai ficando pelo caminho
grande parte então mato grosso passa a
ser grande consumidor disso e nós temos
um plano holístico pela apren de armas e
prender drogas
se nós fizermos a repressão se nós
fizermos a
prevenção vão ter um pouco
trabalho contratado criança fizer muito
e agradeço a ela as entrevistas são
pedro e até demais a presença e quer
pedir ao espectador que caso tenha
interesse algum tema espe
clinica de recuperação
terça-feira, 6 de abril de 2021